A tenda
Segunda-feira, 6 abril, 2009Recupero este texto eu escrevi quando eu percebi que tinha perdido de manhã pouco do seu charme (ou, menos discretamente, algumas manhãs a folha não era mais uma tenda)

Pão de Açúcar em Marrocos
Açúcar
Esta manhã, quando acordei, percebi que eu já não acompanhado de sua presença. Não era um súbito desaparecimento, a morte súbita, mas foi uma queda suave à parte, Pão de Açúcar mordido, forte e difícil no começo, sobre a língua, suavemente se dissolvendo, bordas, cada um deles mantendo a consistência do fragmento original, embora mais arredondados, suavizados pelo tempo, fragmentos pulverizados entre os dentes cada vez menores, finalmente, impalpável, deixando apenas o seu sabor como lembrança.
Desde que eu estava ciente da minha própria vida, da minha primeira juventude lembrei-me lá, cochilando ao meu lado o nascer do sol, quando a consciência está se abrindo devagar os sentidos para os sons da casa, o cheiro de torrada e café o sol filtrando entre persianas.
Ela sempre apareceu antes que eu percebesse, quieto, silencioso. Meu corpo ainda estava perdido no sono, que primeiro percebeu sua presença, e suavemente, lentamente, meus sentidos assumiu, e plenamente conscientes da sua existência. Foi chato, porque há hábitos irritantes, como a não perturbar o inevitável, eu só estava lá, despreocupado, indiferente ao fato de que era desconfortável ou desagradável. Às vezes, é claro, a sua inadequação, ou indiferença, tinha de acordar à meia-noite, ansioso, jovem. Então, em um doze amoroso teve que jogar com ela e acalmá-la. Às vezes eu estava tão adormecida, quando ele veio apenas vestígios da sua presença, descobriu pela manhã, me fez lembrar a sua visita.
Meu co-sono, sem dúvida, inusitada, foi surpreendido em primeiro a minha aceitação submissa, minha ignorância voluntária da presença de tão intrusiva, arquivado por vezes mesmo entre ela e mim. Minhas palavras, meus comentários destinatários, ela, fingindo ignorância eram inúteis. Eu sabia que se eu me levantei, ignorando-o, você esquece, vai embora tranquilamente e sem rancor, na segurança, na manhã seguinte, nem vai perder a nossa nomeação. Meu parceiro, por outro lado, sem dúvida encontrados caster culpado, ou até charmoso, acreditando que a visita foi devido a sua mediação, ele se sentiu obrigado a escutar. Em seguida, o início mais inocente, a ameaça de gesto mais mão escondida foi o suficiente para eu perder o controle da situação, um observador de um breve mas intenso de jogos.
Naquela manhã eu notei, pela primeira vez, que às vezes não estava lá. Não elenco ainda menos, é claro, eu poderia chamá-lo, desenhá-lo, até mesmo o pensamento dela era suficiente para ir, ansioso como sempre, sempre fiel, presente, intencional, e também brincalhão.
Esta manhã, quando acordei, percebi que eu já não acompanhado de sua presença.









